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19. mar. 2018

Sofre de enxaqueca? Fique atento aos riscos que a doença pode oferecer à sua saúde

A enxaqueca é uma doença hereditária que pode atrapalhar e muito o dia a dia das pessoas que sofrem desse mal. Apesar de ser uma doença séria, muitos a tratam como uma simples dor de cabeça e acabam recorrendo a automedicação na tentativa do alivio rápido da dor.

Uma pesquisa realizada pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN), com 2,3 mil pessoas, mostrou que mais de 80% dos entrevistados se automedicaram para combater suas crises, 58% indicaram medicamentos para outras pessoas e 50% aceitaram as recomendações.

Ocorre que o uso excessivo de analgésicos sem orientação médica pode contribuir para a evolução da doença, onde uma dor que antes era episódica transforma-se em uma dor crônica, cada vez mais forte e diária, criando um processo de dependência, onde o organismo passa a exigir doses cada vez maiores e medicamentos cada vez mais fortes.

 

 

Considerada uma doença incapacitante (que produz incapacidade parcial para desempenhar as tarefas cotidianas e as atividades laborais do ser humano), a enxaqueca atinge cerca de 15% da população mundial.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 30 milhões de brasileiros sofrem da doença. A maioria são mulheres, que além dos fatores listados acima, sofrem com fatores hormonais, principalmente devido ao uso de anticoncepcionais que podem contribuir para o aumento do risco de se desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.

Pesquisas realizadas na Dinamarca e nos estados unidos apontam que:

 

Apesar de ser uma doença comum, ainda não existem medicamentos específicos para a enxaqueca, quadros crônicos geralmente são tratados com remédios específicos para outras enfermidades, como por exemplo: epilepsia, depressão e até doenças cardíacas. É fundamental o acompanhamento médico, uma vez que as substâncias contidas nos medicamentos podem ocasionar efeitos colaterais importantes.

Registrar as manifestações e crises em um caderno de anotações, como por exemplo a intensidade e localização da dor, horários e sintomas, são importantes e auxiliam o médico a traçar o melhor tipo de tratamento para o paciente.

 

Referências

G1. Enxaqueca não é dor de cabeça; entenda risco maior de AVC e infarto. Disponível em: <http://www.enxaquecacronica.com.br/web/site/noticia/67/81%25-dos-brasileiros-abusam-de-medicamentos-para–fugir-das-dores-de-cabe%C3%A7a> Acesso em: 02 fev. 2018.

SAÚDE. Enxaqueca pode estar por atrás de AVC. Disponível em: <https://saude.abril.com.br/medicina/enxaqueca-pode-estar-por-atras-de-avc-e-infarto-diz-estudo/> Acesso em: 02 fev. 2018.

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