TEA no mundo

De 1% a 1,5% da população mundial.

Cerca de 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas no Brasil.

Cerca de 74% das pessoas apresentam ao menos uma condição associada.

Apesar da frequência, o TEA apresenta alta heterogeneidade biológica.

Heterogeneidade do espectro

O TEA constitui um espectro clínico amplo. Diferenças no desenvolvimento intelectual, na linguagem, na cognição e a presença de comorbidades compõem cenários clínicos diversos.

Cerca de 74% das pessoas apresentam ao menos uma condição associada, como:
Epilepsia
Alterações gastrointestinais
Condições psiquiátricas como ansiedade e TDAH
Distúrbios do sono
Essa heterogeneidade levanta uma pergunta clínica importante: quando ampliar a investigação etiológica no TEA?

Quando considerar a investigação genética no TEA?

Preparamos um material clínico com um fluxo de investigação genética no TEA e orientações para apoiar essa decisão.

Quero receber

História familiar positiva para síndromes genéticas

Anormalidades morfológicas

Macrocefalia ou outras características fenotípicas sugestivas

Deficiência intelectual associada

Falha terapêutica inesperada

Nesses cenários, considerar a investigação genética pode aprofundar a compreensão clínica.
Vídeo

Por que investigar a causa?

A investigação genética não substitui o diagnóstico clínico. Ela amplia a compreensão do quadro e pode contribuir para:

Estratificação precisa do prognóstico

Vigilância direcionada das comorbidades

Aconselhamento genético estruturado

Avaliação de risco de recorrência

Acesso a terapias direcionadas

A compreensão etiológica amplia e fornece estratégias para a individualização do cuidado.

Estratégia diagnóstica integrada

A investigação genética pode envolver diferentes metodologias, selecionada conforme o fenótipo e a hipótese clínica.

Microarray cromossômico

Testes direcionados (como investigação da síndrome do X frágil)

Painel genético

Sequenciamento do exoma ou genoma

A escolha da estratégia diagnóstica depende da avaliação clínica e do contexto do paciente.

O DB atua como suporte ao raciocínio clínico, oferecendo:

Interpretação estruturada de variantes

Suporte médico especializado durante toda a jornada diagnóstica

Atendimento em todo o Brasil por meio de mais de 1 mil parceiros

Investigação genética no TEA: quando considerar?

Preparamos um material clínico com um fluxo de investigação genética no TEA para apoiar o raciocínio diagnóstico. Preencha o formulário e acesse o material completo.

Preencha o formulário:

Encontre um Laboratório Parceiro

Laboratórios Parceiros

Encontre um Laboratório Parceiro

Encontrar