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08. jan. 2019

Exposição solar e os riscos de câncer de pele.

Durante a maior parte do dia estamos expostos a situações e substâncias que causam danos na pele, no verão principalmente, os cuidados precisam ser redobrados devido as radiações solares UV, A e B, responsáveis por lesionar o interior das células. As células lesionadas se reproduzem, deixando marcas e contribuindo para o desenvolvimento de câncer de pele.

Nem toda pinta ou “sinal” pode ser considerado um câncer e, justamente por isso, é comum não dar atenção quando uma manchinha nova aparece no corpo. Infelizmente, esse descuido natural pode dificultar o diagnóstico precoce e o tratamento da doença.

O tipo não melanoma é o mais comum no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados. Esse tipo de neoplasia apresenta tumores de diferentes tipos, o mais incidente e menos agressivo é o carcinoma basocelular.

Já o tipo melanoma tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e apesar de ser responsável pelos casos mais graves, com maior índice letal, este tipo de câncer de pele representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão.

 

 

Observe seu corpo e procure um médico caso perceba algum sinal diferente 😉

 


Referências.
INCA. Câncer de pele. Disponível em: < https://goo.gl/hb02cI > Acesso em: 08 jan. 2019.
ROCHE. Fique atento aos sinais. Disponível em: < https://goo.gl/kqghj8> Acesso em: 08 jan. 2019.

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